sexta-feira, 28 de junho de 2013
terça-feira, 14 de maio de 2013
Uma boa página sempre cai bem...
"Quanto mais nos adentramos no conhecimento de nós mesmos, mais se nos impõe a obrigação de compreender e desculpar, na sustentação do equilíbrio em nós e em torno de nós. Daí a necessidade da convivência, em que nos espelhamos uns aos outros, não para criticar-nos, mas para entender-nos, através de bendita reciprocidade, nos vários cursos de tolerância, em que a vida nos situa, no clima da evolução terrestre.
Assim é que, no educandário da existência, aquele companheiro:
que somente identifica o lado imperfeito dos seus irmãos, sem observar-lhes a boa parte; que jamais se vê disposto a esquecer as ofensas de que haja sido objeto;
Que apenas se lembra dos adversários com o propósito de arrasá-los, sem reconhecer-lhes as dificuldades e os sofrimentos; que não analisa as razões dos outros, a fixar-se unicamente nos direitos que julga pertencer-lhes; Que não se enxerga passível de censura ou de advertência, em momento algum;
Que se considera invulnerável nas opiniões que emita ou na conduta que espose;
Que não reconhece as próprias falhas e vigia incessantemente as faltas alheias; que não se dispões a pronunciar uma só frase de consolação e esperança, em favor dos caídos na penúria moral;
Que se utiliza da verdade exclusivamente para ameaçar ou ferir...
Será talvez de todos nós aquele que mais exija entendimento e ternura, de vez que, desajustado na intolerância, se mostra sempre desvalido de paz e necessitado de amor. "
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Ceifa de Luz.
sábado, 12 de janeiro de 2013
RASCUNHO DO FINAL DO LIVRO
E cheguei a conclusão que as coisas não começaram no dia do
casamento da filha...Onde deveria ser o dia mais feliz para todos, inclusive
para a noiva...Fora uma noite de pirraças,
e vingancinhas sem propósitos da parte delas, nunca entendi aquele
comportamento...Dessa noite em diante houve um afastamento gradativo, que
depois se tornou definitivo com o evento da fortuna tão desejada da parenta que
ninguém queria e depois foi o alvo que ela mirou e jogou pesado para
acertar...E levou só que de uma forma ilícita (pelo menos espiritualmente) que
não tem mais volta e que agora ficará marcada para o resto de sua vida e de
seus cúmplices...
As coisas começaram mesmo no dia em que me conheceu e não
porque eu fiz isso ou aquilo... Porque depois de viver tudo o que vivi, saber
de tudo que soube só me restou concluir
que o simples fato de eu existir a fez me odiar tanto. Minha alegria natural,
minha coragem de viver, as coisas que eu sabia fazer e dizer tão bem, as
risadas que eu proporcionava a todos que estavam a minha volta, eu ser mais
jovem, ter mais coisas...Sei lá acho que ela não administrou nada disso bem e
deu no que deu. Quem saiu perdendo? Ela é claro...Pois ninguém escapa da lei de
ação e reação. Plantou ódio, discórdia, maledicência...Injúrias...Colheu
solidão. Quem quer estar ao lado de uma pessoa amarga que julga e critica o
tempo todo a tudo e a todos??
Não se atrai coisas boas quando se têm no rastro da
caminhada tantas palavras lançadas erradamente...
Uma coisa é você ter sofrido muito e se tornar amarga, outra
coisa é você ser amarga por natureza e por colher frutos de sementes podres...
Foi a energia na vida dela que ela afetou com seu falar
cheio de maldades. A Deus ela deve desculpas, pois Ele é quem sabe, assim como
sabe da vida de todos nós. Os meus resvalos me coube correr atrás e consertar,
pois o amor cobre a multidão de pecados, e tem certos erros que nos fazem
crescer e eu nunca fiz nada de mau direcionado para ninguém a não ser pra mim
mesma e ela ? Tricotou enxoval para bebês? Foi paciente com os netos? Suportou
os ataques bipolar da filha frustrada?
Agüentou calada o silêncio crônico do marido? Isso não a redime das
plumas de travesseiros que ela lançou...Mas isso é com o universo agora... O
fato é que a vida segue...
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Garimpando Inspiração: Texto de Regina Brett
A vida não é justa, mas ainda é boa.
Quando estiver em dúvida, dê somente o próximo passo, pequeno. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar
doente. Seus amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato.
Pague o total de seus cartões de crédito, nunca o
mínimo.
Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em
discordar.
Chore com alguém. Cura melhor do que chorar
sozinho.
É bom ficar bravo com Deus, Ele pode suportar isso.
Economize para a aposentadoria começando com seu
primeiro salário. Quanto a chocolate, é inútil resistir.
Faça as pazes com seu passado, assim ele não
atrapalha o presente.
Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem
idéia do que é a jornada deles. Respire fundo. Isso acalma a mente.
Livre-se de qualquer coisa que não seja útil,
bonito ou alegre..
Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente
mais forte.
Quando se trata do que você ama na vida, não aceite
um não como resposta.
Use os lençóis bonitos, use roupa chic. Não guarde
isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.
O órgão sexual mais importante é o cérebro.
Ninguém mais é responsável pela sua felicidade,
somente você.
Enquadre todos os assim chamados “desastres” com
estas palavras ‘Em cinco anos, isto importará?’
Sempre escolha a vida. O que outras pessoas pensam de você não é da sua
conta.
O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo.
Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela
mudará.
Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.
Acredite em milagres.
Não faça auditoria na vida. Destaque-se e
aproveite-a ao máximo agora.
Envelhecer ganha da alternativa — morrer jovem.
Suas crianças têm apenas uma infância.
Tudo que verdadeiramente importa no final é que
você amou.
Saia de casa todos os dias. Os milagres estão
esperando em todos os lugares.
Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma
pilha e víssemos todos os dos outros como eles são, nós pegaríamos nossos
mesmos problemas de volta.
A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o
que precisa.
Acredite, o melhor ainda está por vir.
Não importa como você se sente, levante-se,
vista-se bem e apareça.
Produza!
A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é
um presente.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Como amar pessoas difíceis
Há uma lenda na China que conta que uma jovem chamada Lin, se casou e
foi viver com o marido na casa da sogra. Depois de algum tempo, começou a
ver que não se adaptava à sogra.Os temperamentos eram muito diferentes e Lin se irritava com os hábitos e costumes da sogra, que a criticava cada vez mais com insistência. Com o passar dos meses, as coisas foram piorando, a ponto de a vida se tornar insuportável. No entanto, segundo as tradições antigas da China, a nora tem que estar sempre a serviço da sogra e obedecer-lhe em tudo, mas Lin, não suportando por mais tempo a ideia de viver com a sogra, tomou a decisão de ir consultar um Mestre, velho amigo do seu pai.
Depois de ouvir a jovem, o Mestre Huang pegou num ramalhete de ervas medicinais e disse-lhe: - “Para te livrares da tua sogra, não as deves usar de uma só vez, pois isso poderia causar suspeitas. Vais misturá-las com a comida, pouco a pouco, dia após dia, e assim ela vai-se envenenando lentamente. Mas, para teres a certeza de que, quando ela morrer, ninguém suspeitará de ti, deverás ter muito cuidado em tratá-la sempre com muita amizade. Não discutas e ajuda-a a resolver os seus problemas”.
Lin respondeu: Obrigado, Mestre Huang, farei tudo o que me recomenda”. Lin ficou muito contente e voltou entusiasmada com o projeto de assassinar a sogra. Durante várias semanas Lin serviu, dia sim, dia não, uma refeição preparada especialmente para a sogra. E tinha sempre presente a recomendação de Mestre Huang para evitar suspeitas: controlava o temperamento, obedecia à sogra em tudo e tratava-a como se fosse a sua própria mãe.
Passados seis meses, toda a família estava mudada. Lin controlava bem o seu temperamento e quase nunca se aborrecia. Durantes estes meses, não teve uma única discussão com a sogra, que também se mostrava muito mais amável e mais fácil de tratar com ela.
As atitudes da sogra também mudaram e ambas passaram a tratar-se como mãe e filha. Certo dia, Lin foi procurar o Mestre Huang, para lhe pedir ajuda e disse-lhe:
“Mestre, por favor, ajude-me a evitar que o veneno venha a matar a minha sogra. É que ela transformou-se numa mulher agradável e gosto dela como se fosse a minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que lhe dou.”
Mestre Huang sorriu e abanou a cabeça: “Lin, não te preocupes. A tua sogra não mudou. Quem mudou foste tu. As ervas que te dei são vitaminas para melhorar a saúde. O veneno estava nas tuas atitudes, mas foi sendo substituído pelo amor e carinho que lhe começaste a dedicar”.
Na China, há um provérbio que diz: “A pessoa que ama os outros também será amada”.E os árabes têm outro provérbio: “O nosso inimigo não é aquele que nos odeia, mas aquele que nós odiamos”.
As pessoas que mais nos dão dor de cabeça hoje poderão vir a ser as que mais nos darão alegrias no futuro. Invista nelas, cative-as, ouça-as, cruze seu mundo com o mundo delas. Plante sementes. Não espere o resultado imediato, colha com paciência.
Esse é o único investimento que jamais se perde. Se as pessoas não ganharem, você, pelo menos, ganhará: paz interior, experiência e consciência de que fez o melhor.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Viver é bom...
Não queremos perder, nem deveríamos perder: saúde, pessoas,
posição, dignidade ou confiança. Mas perder e ganhar faz parte do nosso
processo de humanização.
Eu sabia que era preciso tempo. Cada perda
tem sua hora de acabar, cada morto seu prazo de partir, e não depende muito da
vontade da gente.
A vida é maravilhosa, mesmo quando dolorida.
Eu gostaria que na correria da época atual a gente pudesse se permitir, criar,
uma pequena ilha de contemplação, de autocontemplação, de onde se pudesse ver
melhor todas as coisas: com mais generosidade, mais otimismo, mais respeito,
mais silêncio, mais prazer. Mais senso da própria dignidade, não importando
idade, dinheiro, cor, posição, crença. Não importando nada.
As pessoas são responsáveis e inocentes em
relação ao que acontece com elas, sendo autoras de boa parte de suas escolhas e
omissões. Lya Luft
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
O perdão a luz do espiritismo
Um rapaz procurou um padre e, em confissão, disse-lhe que
carregava um grave pecado.
- Fala, filho, fala. Diz o teu pecado, que a misericórdia divina te absolverá.
O rapaz ficou silencioso, como sob o peso formidável de sua culpa. Após um suspiro disse:
- Padre, roubei, porque tinha fome. E isso está me atormentando a consciência.
O velho vigário, após ouvi-lo disse:
- Você esqueceu-se das bênçãos do trabalho. Pedir é melhor que roubar. Sempre encontramos uma alma caridosa que nos estende a mão.
- Eu sei seu padre. Por isso estou aqui. Lembro-me dos ensinamentos de minha santa mãe, e me envergonho do que fiz.
O padre sentiu em seu depoimento, um verdadeiro arrependimento. Então disse:
- Filho! Vá para casa, e reze um terço de manhã, outro a tarde e outro a noite por um mês. Fazendo isso, você estará perdoado. Vá à santa paz de Deus! E não peques mais.
O rapaz saiu aliviado, acreditando que estava realmente livre do seu "pecado".
Mas, para nós espíritas não basta o arrependimento para recebermos o perdão. É apenas o primeiro passo na árdua jornada da reabilitação, em favor da qual não bastam penitências, ritos, ou rezas.
Aquele que ofendeu alguém e recebe absolvições por ter orado, repetidamente, um certo número de vezes, determinado pelo sacerdote, fica com a estrada livre para novos desatinos. Nesse tipo de perdão, vemos visível estímulo a novos erros, novos enganos, novas ilusões.
O perdão que o Espiritismo e os amigos espirituais preconizam em verdade não é de fácil execução.
Requer muito boa-vontade.
Demanda esforço - esforço continuado, persistente.
Reclama perseverança.
Pede tenacidade.
É de fundamental importância que o mal seja reparado através da dor ou do amor.
Da dor é o pagamento das dívidas através dos resgates.
Do amor é através da caridade que estendermos ao próximo: “o amor cobre (elimina) multidões de pecados (dívidas)”.
Qual método escolheremos para pagar nossas dívidas?
Fonte: http://mocidadeallankardec.blogspot.com.br/
- Fala, filho, fala. Diz o teu pecado, que a misericórdia divina te absolverá.
O rapaz ficou silencioso, como sob o peso formidável de sua culpa. Após um suspiro disse:
- Padre, roubei, porque tinha fome. E isso está me atormentando a consciência.
O velho vigário, após ouvi-lo disse:
- Você esqueceu-se das bênçãos do trabalho. Pedir é melhor que roubar. Sempre encontramos uma alma caridosa que nos estende a mão.
- Eu sei seu padre. Por isso estou aqui. Lembro-me dos ensinamentos de minha santa mãe, e me envergonho do que fiz.
O padre sentiu em seu depoimento, um verdadeiro arrependimento. Então disse:
- Filho! Vá para casa, e reze um terço de manhã, outro a tarde e outro a noite por um mês. Fazendo isso, você estará perdoado. Vá à santa paz de Deus! E não peques mais.
O rapaz saiu aliviado, acreditando que estava realmente livre do seu "pecado".
Mas, para nós espíritas não basta o arrependimento para recebermos o perdão. É apenas o primeiro passo na árdua jornada da reabilitação, em favor da qual não bastam penitências, ritos, ou rezas.
Aquele que ofendeu alguém e recebe absolvições por ter orado, repetidamente, um certo número de vezes, determinado pelo sacerdote, fica com a estrada livre para novos desatinos. Nesse tipo de perdão, vemos visível estímulo a novos erros, novos enganos, novas ilusões.
O perdão que o Espiritismo e os amigos espirituais preconizam em verdade não é de fácil execução.
Requer muito boa-vontade.
Demanda esforço - esforço continuado, persistente.
Reclama perseverança.
Pede tenacidade.
É de fundamental importância que o mal seja reparado através da dor ou do amor.
Da dor é o pagamento das dívidas através dos resgates.
Do amor é através da caridade que estendermos ao próximo: “o amor cobre (elimina) multidões de pecados (dívidas)”.
Qual método escolheremos para pagar nossas dívidas?
Fonte: http://mocidadeallankardec.blogspot.com.br/
Buda e o Tapa na Cara
Buda estava sentado embaixo de uma árvore falando aos seus discípulos. Um homem
se aproximou e deu-lhe um tapa no rosto.Buda esfregou o local e perguntou ao
homem:
- E agora? O que vai querer dizer?
O homem ficou um tanto confuso, porque ele próprio não esperava que, depois de dar um tapa no rosto de alguém, essa pessoa perguntasse: “E agora?” Ele não passara por essa experiência antes. Ele insultava as pessoas e elas ficavam com raiva e reagiam. Ou, se fossem covardes, sorriam, tentando suborná-lo. Mas Buda não era num uma coisa nem outra; ele não ficara com raiva nem ofendido, nem tampouco fora covarde. Apenas fora sincero e perguntara: “E agora?” Não houve reação da sua parte.
Os discípulos de Buda ficaram com raiva, reagiram. O discípulo mais próximo, Ananda, disse:
- Isso foi demais: não podemos tolerar. Buda guarde os seus ensinamentos para o senhor e nós vamos mostrar a este homem que ele não pode fazer o que fez. Ele tem de ser punido por isso. Ou então todo mundo vai começar a fazer dessas coisas.
- Fique quieto – interveio Buda – Ele não me ofendeu, mas você está me ofendendo. Ele é novo, um estranho. E pode ter ouvido alguma coisa sobre mim de alguém, pode ter formado uma idéia, uma noção a meu respeito. Ele não bateu em mim; ele bateu nessa noção, nessa idéia a meu respeito; porque ele não me conhece, como ele pode me ofender? As pessoas devem ter falado alguma coisa a meu respeito, que “aquele homem é um ateu, um homem perigoso, que tira as pessoas do bom caminho, um revolucionário, um corruptor”. Ele deve ter ouvido algo sobre mim e formou um conceito, ele bateu nessa idéia.
Se vocês refletirem profundamente, continuou Buda, ele bateu na própria mente. Eu não faço parte dela, e vejo que este pobre homem tem alguma coisa a dizer, porque essa é uma maneira de dizer alguma coisa: ofender é uma maneira de dizer alguma coisa. Há momentos em que você sente que a linguagem é insuficiente: no amor profundo, na raiva extrema, no ódio, na oração.
Há momentos de grande intensidade em que a linguagem é impotente; então você precisa fazer alguma coisa. Quando vocês estão apaixonados e beijam ou abraçam a pessoa amada, o que estão fazendo? Estão dizendo algo. Quando vocês estão com raiva, uma raiva intensa, vocês batem na pessoa, cospem nela, estão dizendo algo. Eu entendo esse homem. Ele deve ter mais alguma coisa a dizer; por isso pergunto: “E agora?”
O homem ficou ainda mais confuso! E Buda disse aos seus discípulos:
- Estou mais ofendido com vocês porque vocês me conhecem, viveram anos comigo e ainda reagem.
Atordoado, confuso, o homem voltou para casa. Naquela noite não conseguiu dormir.
Na manhã seguinte, o homem voltou lá e atirou-se aos pés de Buda. De novo, Buda lhe perguntou:
- E agora? Esse seu gesto também é uma maneira de dizer alguma coisa que não pode ser dita com a linguagem. Voltando-se para os discípulos, Buda falou:
- Olhe, Ananda, este homem aqui de novo. Ele está dizendo alguma coisa. Este homem é uma pessoa de emoções profundas.
O homem olhou para Buda e disse:
- Perdoe-me pelo que fiz ontem.
- Perdoar? – exclamou Buda. – Mas eu não sou o mesmo homem a quem você fez aquilo. O Ganges continua correndo, nunca é o mesmo Ganges de novo. Todo homem é um rio. O homem em quem você bateu não está mais aqui: eu apenas me pareço com ele, mas não sou mais o mesmo; aconteceu muita coisa nestas vinte e quatro horas! O rio correu bastante. Portanto, não posso perdoar você porque não tenho rancor contra você.
E você também é outro, continuou Buda. Posso ver que você não é o mesmo homem que veio aqui ontem, porque aquele homem estava com raiva; ele estava indignado. Ele me bateu e você está inclinado aos meus pés, tocando os meus pés; como pode ser o mesmo homem? Você não é o mesmo homem; portanto, vamos esquecer tudo. Essas duas pessoas: o homem que bateu e o homem em quem ele bateu não estão mais aqui. Venha cá. Vamos conversar.
- E agora? O que vai querer dizer?
O homem ficou um tanto confuso, porque ele próprio não esperava que, depois de dar um tapa no rosto de alguém, essa pessoa perguntasse: “E agora?” Ele não passara por essa experiência antes. Ele insultava as pessoas e elas ficavam com raiva e reagiam. Ou, se fossem covardes, sorriam, tentando suborná-lo. Mas Buda não era num uma coisa nem outra; ele não ficara com raiva nem ofendido, nem tampouco fora covarde. Apenas fora sincero e perguntara: “E agora?” Não houve reação da sua parte.
Os discípulos de Buda ficaram com raiva, reagiram. O discípulo mais próximo, Ananda, disse:
- Isso foi demais: não podemos tolerar. Buda guarde os seus ensinamentos para o senhor e nós vamos mostrar a este homem que ele não pode fazer o que fez. Ele tem de ser punido por isso. Ou então todo mundo vai começar a fazer dessas coisas.
- Fique quieto – interveio Buda – Ele não me ofendeu, mas você está me ofendendo. Ele é novo, um estranho. E pode ter ouvido alguma coisa sobre mim de alguém, pode ter formado uma idéia, uma noção a meu respeito. Ele não bateu em mim; ele bateu nessa noção, nessa idéia a meu respeito; porque ele não me conhece, como ele pode me ofender? As pessoas devem ter falado alguma coisa a meu respeito, que “aquele homem é um ateu, um homem perigoso, que tira as pessoas do bom caminho, um revolucionário, um corruptor”. Ele deve ter ouvido algo sobre mim e formou um conceito, ele bateu nessa idéia.
Se vocês refletirem profundamente, continuou Buda, ele bateu na própria mente. Eu não faço parte dela, e vejo que este pobre homem tem alguma coisa a dizer, porque essa é uma maneira de dizer alguma coisa: ofender é uma maneira de dizer alguma coisa. Há momentos em que você sente que a linguagem é insuficiente: no amor profundo, na raiva extrema, no ódio, na oração.
Há momentos de grande intensidade em que a linguagem é impotente; então você precisa fazer alguma coisa. Quando vocês estão apaixonados e beijam ou abraçam a pessoa amada, o que estão fazendo? Estão dizendo algo. Quando vocês estão com raiva, uma raiva intensa, vocês batem na pessoa, cospem nela, estão dizendo algo. Eu entendo esse homem. Ele deve ter mais alguma coisa a dizer; por isso pergunto: “E agora?”
O homem ficou ainda mais confuso! E Buda disse aos seus discípulos:
- Estou mais ofendido com vocês porque vocês me conhecem, viveram anos comigo e ainda reagem.
Atordoado, confuso, o homem voltou para casa. Naquela noite não conseguiu dormir.
Na manhã seguinte, o homem voltou lá e atirou-se aos pés de Buda. De novo, Buda lhe perguntou:
- E agora? Esse seu gesto também é uma maneira de dizer alguma coisa que não pode ser dita com a linguagem. Voltando-se para os discípulos, Buda falou:
- Olhe, Ananda, este homem aqui de novo. Ele está dizendo alguma coisa. Este homem é uma pessoa de emoções profundas.
O homem olhou para Buda e disse:
- Perdoe-me pelo que fiz ontem.
- Perdoar? – exclamou Buda. – Mas eu não sou o mesmo homem a quem você fez aquilo. O Ganges continua correndo, nunca é o mesmo Ganges de novo. Todo homem é um rio. O homem em quem você bateu não está mais aqui: eu apenas me pareço com ele, mas não sou mais o mesmo; aconteceu muita coisa nestas vinte e quatro horas! O rio correu bastante. Portanto, não posso perdoar você porque não tenho rancor contra você.
E você também é outro, continuou Buda. Posso ver que você não é o mesmo homem que veio aqui ontem, porque aquele homem estava com raiva; ele estava indignado. Ele me bateu e você está inclinado aos meus pés, tocando os meus pés; como pode ser o mesmo homem? Você não é o mesmo homem; portanto, vamos esquecer tudo. Essas duas pessoas: o homem que bateu e o homem em quem ele bateu não estão mais aqui. Venha cá. Vamos conversar.
domingo, 25 de novembro de 2012
Martha Medeiros é ótima mesmo...
Eu só conheço mulher louca. Pense em qualquer uma que
você conhece e me diga se ela não tem ao menos três dessas qualificações:
exagerada, dramática, verborrágica, maníaca, fantasiosa, apaixonada,
delirante. Pois então. Também é louca.
E fascina a todos.
Todas as mulheres estão dispostas a abrir a janela, não
importa a idade que tenham. Nossa insanidade tem nome: chama-se Vontade de
Viver até a Última Gota. Só as cansadas é que se recusam a levantar da cadeira
para ver quem está chamando lá fora. E santa
fica combinado, não existe. Uma mulher que só reze, que tenha desistido
dos prazeres da inquietude, que não deseja mais nada? Você vai concordar
comigo: só sendo louca de pedra.
ENCONTRANDO SUA ALMA GÊMEA
Como saber se a pessoa com quem você está se
relacionando é seu par perfeito ou ideal?
A primeira certeza é pelo olhar. O encontro entre almas gêmeas é muito intenso, acontece ao mesmo tempo no plano astral. O olhar liga um ao outro, no plano da inteligência, que é estar com Deus. A atração sexual até acaba ficando em segundo plano.
Um outro critério muito importante é o da não possessividade. Pretender possuir, considerar-se dono ou querer ter o controle sobre outra pessoa é impor a própria presença e personalidade, forçar a natureza e o próprio sentimento, ao mesmo tempo em que se "afoga" a personalidade do outro. E não se pode forçar ninguém a nos amar.
Não se pode abrigar alguém a nos amar. Um relacionamento amoroso só pode progredir e dar certo se for baseado no entendimento mútuo e no respeito.
Amar e ser amado envolve sempre o dever e a responsabilidade de nos fazermos amáveis, ou seja, dignos de ser amados.
Outra certeza do encontro das almas gêmeas é o amor genuíno, a genuinidade. A pessoa não procura modelar a outra segundo a imagem que tem em mente, mas aceita-a como ela é, procurando ajudá-la a alcançar sua personalidade melhor e mais elevada. Outra coisa muito comum que acontece no início dos relacionamentos é a cobrança que uma pessoa faz em relação à outra, dizendo que só fará uma determinada coisa se a outra pessoa fizer algo em troca.
A frase "farei isto se você fizer aquilo" é contrária à natureza da alma gêmea. A alma gêmea age, não vive de reações. Ela é ativa, viva. O princípio de conduta de ambos dificilmente será modificado por influências externas ou ideais que outras ou elas próprias impuseram. Igualmente desonesto e injusto é ficar mantendo uma "conta corrente" para controlar o que um fez em benefício do outro.
A alma gêmea é generosa e não se importa em dar mais do que recebe. Eventualmente, com o passar do tempo, poderá magoar-se, mas quando isso acontecer, muito provavelmente será um indício de que o parceiro, na realidade, não é sua alma gêmea, pois se fosse ele estaria se importando com você, tanto quanto você se importa com ele.
Não se pode forçar ninguém a nos amar ...
O relacionamento das almas gêmeas não mantém o registro de erros nem mantém
arquivos de mágoas. Além disso, o verdadeiro amor dá sempre o primeiro passo
para a reconciliação rápida, ainda que não tenha a certeza quando à resposta.
Quanto mais rápido, melhor. O amor verdadeiro baseia-se na fé, e não no medo.
O amor é generoso, amigo e esclarecido. Nada de leviandades ou promiscuidade.
Embora o amor seja incondicional, não é dado aleatoriamente, levianamente ou cegamente. O amor deve ser generoso e esclarecido. O amor genuíno é o amor abrangente. Como no relacionamento de um casal, esse amor alcança e vai além do aspecto puramente físico. Este não é descartado, mas a união vai, além disso, atingindo o espiritual e também o mental, sendo muito mais intenso, rico e duradouro.
O encontro de almas gêmeas rejeita qualquer distinção de raça, nação e credo, desde que haja um nível básico de afinidade que lhe garanta o início do relacionamento e sua sobrevivência.
O amor de almas gêmeas é puro e abrangente e não tem idade, pois independe do aspecto puramente físico. A união é muito mais elevada, atingindo esferas espirituais e mentais intensas, ricas e duradouras.
O primeiro passo, se você estiver sozinho, é ver as pessoas como elas são, e não como você gostaria que elas fossem. Aceite as pessoas sem preconceito. O amor que discrimina é conhecido como amor individual e não fraternal, universal.
O amor de Almas Gêmeas é inesgotável, não diminui à medida que o relacionamento continua, mas aumenta cada vez mais.
Não existe namorado, amante ou amado, muito menos divisões, desuniões ou desilusões.
O amor subsiste em outros planos e em outras vidas.
É eterno.
Danielle Oliveira
O amor é generoso, amigo e esclarecido. Nada de leviandades ou promiscuidade.
Embora o amor seja incondicional, não é dado aleatoriamente, levianamente ou cegamente. O amor deve ser generoso e esclarecido. O amor genuíno é o amor abrangente. Como no relacionamento de um casal, esse amor alcança e vai além do aspecto puramente físico. Este não é descartado, mas a união vai, além disso, atingindo o espiritual e também o mental, sendo muito mais intenso, rico e duradouro.
O encontro de almas gêmeas rejeita qualquer distinção de raça, nação e credo, desde que haja um nível básico de afinidade que lhe garanta o início do relacionamento e sua sobrevivência.
O amor de almas gêmeas é puro e abrangente e não tem idade, pois independe do aspecto puramente físico. A união é muito mais elevada, atingindo esferas espirituais e mentais intensas, ricas e duradouras.
O primeiro passo, se você estiver sozinho, é ver as pessoas como elas são, e não como você gostaria que elas fossem. Aceite as pessoas sem preconceito. O amor que discrimina é conhecido como amor individual e não fraternal, universal.
O amor de Almas Gêmeas é inesgotável, não diminui à medida que o relacionamento continua, mas aumenta cada vez mais.
Não existe namorado, amante ou amado, muito menos divisões, desuniões ou desilusões.
O amor subsiste em outros planos e em outras vidas.
É eterno.
Danielle Oliveira
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
"ROTEIRO"
O maior e melhor amigo: DEUS
Os melhores companheiros: Os Pais
A melhor casa: O Lar
A maior felicidade: A Boa Consciência
O mais belo dia: Hoje
O melhor tempo: Agora
A melhor regra para vencer: A Disciplina
O melhor negócio: O Trabalho
O melhor divertimento: O Estudo
A coleção mais rica: A das Boas Ações
A estrada mais fácil para ser feliz: O Caminho Reto
A maior alegria: O Dever Cumprido
A maior força: O Bem
A melhor atitude: A Cortesia
O maior heroísmo: A Coragem de Ser Bom
A maior falha: A Mentira
A pior pobreza: A Preguiça
O pior fracasso: O Desânimo
O maior inimigo: O Mal
O melhor dos esportes: A Prática do Bem
( Humberto de Campos - pela pena de Chico Xavier ) 17/Setembro/2003:
Os melhores companheiros: Os Pais
A melhor casa: O Lar
A maior felicidade: A Boa Consciência
O mais belo dia: Hoje
O melhor tempo: Agora
A melhor regra para vencer: A Disciplina
O melhor negócio: O Trabalho
O melhor divertimento: O Estudo
A coleção mais rica: A das Boas Ações
A estrada mais fácil para ser feliz: O Caminho Reto
A maior alegria: O Dever Cumprido
A maior força: O Bem
A melhor atitude: A Cortesia
O maior heroísmo: A Coragem de Ser Bom
A maior falha: A Mentira
A pior pobreza: A Preguiça
O pior fracasso: O Desânimo
O maior inimigo: O Mal
O melhor dos esportes: A Prática do Bem
( Humberto de Campos - pela pena de Chico Xavier ) 17/Setembro/2003:
OS DOIS PEREGRINOS
Dois peregrinos se encontraram na curva do caminho. Um desejava escalar o monte, o outro ia para o vale.
Como eram velhos amigos, e havia muito tempo que não se viam, pararam para repousar e conversar. Perguntou o do vale:
— Que fazes tu, amigo?
— Dirijo-me para o monte.
— Mas que pretendes tu no monte?
— Quero iniciar-me lá. Lá aprenderei como conseguir que os tigres venham buscar minhas carícias, quais se fossem gatos. Lá desenvolverei poderes para abandonar meu corpo e regressar a ele, à vontade, para realizar milagres e manipular as forças íntimas da matéria. E tu, amigo, para onde vais?
— Dirijo-me para o vale — respondeu o outro.
— Mas que queres tu no vale?
— Lá aprenderei a dominar os tigres que se agitam dentro de mim. Adquirirei o poder de abandonar a velha “casca” do homem velho, de uma vez para sempre, não mais devendo regressar a ela. Lá existem multidões famintas junto das quais buscarei os milagres que só o amor realiza. Lá, em contato com as grandezas e misérias do próximo, encontrarei minhas próprias misérias e grandezas e aprenderei a dar sentido cósmico às forças íntimas do próprio ser.
A ti leitor, eu te pergunto: Quem era o verdadeiro candidato à iniciação? O do monte que buscava a solidão exterior e pretendia os poderes que o tornavam escravo de Maya? Ou do vale, que nas vastas e profundas solidões de si mesmo, aprenderia a ser solidário com os homens?
Iniciação não se realiza de fora para dentro, busca-se de dentro para fora. Não vem de um conjunto de atos cerimoniais, mas de firmeza de uma única e sincera atitude espiritual.
Oh! Senhor, quando aprenderemos que não estás nos picos dos montes ou na solidão dos mosteiros? Quando te buscaremos, afinal, dentro de nós e em qualquer parte?
Huberto Rohden
TUDO DEPENDE DA ESCOLHA
Podemos fugir à tristeza? Não.
Podemos impedir as perdas? Não.
Podemos obrigar que nos amem? Não.
MAS...
Podemos usar os momentos de dor, frustração e ressentimento para aprender
a amar melhor...
Podemos tornar nosso trabalho mais realizador...
Podemos transformar o ódio em perdão... O ressentimento em compreensão...
BASTA TOMAR A DECISÃO!
ESCOLHENDO a melhor forma de resolver os conflitos e aprender com eles...
DESAFIE a você mesmo, criando um artifício para lidar, com o negativo.
INVENTE um jogo em que ganhe pontos, diante de situações que você resolva com harmonia, ou perca pontos se não resistir a se fazer de vítima...
FECHE as portas ao automatismo burro...Ele faz sofrer e nos torna refém.
PODEMOS SER HOJE, MELHORES DO QUE ONTEM.
CABE A VOCÊ, SOMENTE A VOCÊ, ESCOLHER SE OS ACONTECIMENTOS DE ONTEM, HOJE E AMANHÃ, SERÃO USADOS PARA TORNÁ-LO UMA PESSOA MELHOR...
QUAL A SUA ESCOLHA HOJE?
Agradeçamos a Deus, pela oportunidade do recomeço.O que seria do homem se ele não pudesse recomeçar, a cada dia, o aprendizado da véspera?
Sem a benção do recomeço, como poderíamos reparar o erro, reiniciar a tarefa, retomar o caminho? Se cairmos, reergamo-nos do chão, quantas vezes se fizerem necessárias.
Não neguemos a ninguém a chance de recomeçar a sonhar, a sorrir, a ser feliz.
Todos estamos sempre a carecer de uma nova porta, que se nos descerre à esperança.
Se preciso for, recomecemos todos os dias no exercício de sermos melhores do que somos, refazendo as promessas que ainda não logramos cumprir.
A cada vinte e quatro horas, o dia se renova na Terra em busca do clima perfeito.
Tenhamos a humildade de recomeçar sempre que necessário, mas, sobretudo, tenhamos a grandeza de estender aos outros a dádiva do recomeço.
A reencarnação é a benção do recomeço para o espírito culpado!
Renovemos os nossos votos de confiança na Vida e recomecemos na construção da própria felicidade.
SINAIS VERMELHOS
Quando entramos na faixa da impaciência;
Quando acreditamos que a nossa dor é a maior;
Quando passamos a ver ingratidão nos amigos;
Quando imaginamos maldade nas atitudes dos companheiros;
Quando comentamos o lado menos feliz dessa ou daquela pessoa; Quando reclamamos apreço e reconhecimento;
Quando supomos que o nosso trabalho está sendo excessivo;
Quando passamos o dia a exigir esforço alheio, sem prestar o mais leve serviço;
Quando pretendemos fugir de nós mesmos, através do álcool ou do entorpecente;
Quando julgamos que o dever é apenas dos outros.
Toda vez que um desses sinais venha a surgir no trânsito de nossas idéias, a Lei Divina está presente, recomendando-nos a prudência de amparar-nos no socorro da prece ou na luz do discernimento. Scheilla (Do Livro: Ideal Espírita - Psicografia de Francisco Cândido Xavier/ Waldo Vieira)
A Amizade torna os fardos mais leves, porque os divide pelo meio. A Amizade intensifica as alegrias, elevando-as ao quadrado na matemática do coração. A Amizade esvazia o sofrimento, porque a simples lembrança do amigo é lenitivo com jeito de talco na ferida. A Amizade ameniza as tarefas difíceis, porque a gente não as realiza sozinho. São dois cérebros e quatro braços agindo. A Amizade diminui as distâncias. Embora longe, o amigo é alguém perto de nós.
A Amizade enseja confidências Redentoras: problema partilhado , percalço amaciado; felicidade repartida, ventura acrescida. A Amizade coloca música e poesia na banalidade do cotidiano. A amizade é a doce canção da vida e a poesia da eternidade. Amigo é a outra metade da gente. O lado claro e melhor.
Sempre que encontramos um amigo, encontramos um pouco mais de nós mesmos.
O Amigo revela, desvenda, conforta. É uma porta sempre aberta em qualquer situação.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Reflexão de hoje...
Difícil decifrar a palavra felicidade...O que sei é que quando compreendemos melhor sobre algo, alguém ou alguma situação nos libertamos de sentimentos ruins e então ficamos em paz e essa sensação pode ser chamada de “felicidade” e tudo isso devido ao fato de saber entender, conhecer, aprender, perceber, exercitar sutilmente o viver...Como diz Chico Xavier o conhecimento liberta. De agora em diante ao invés de dizer "HOJE ESTOU FELIZ!" Vou dizer: HOJE ESTOU LIVRE !!!!
INCONSTANTES
Inegavelmente existe uma dúvida científica e filosófica no mundo que, alojada em corações leais, constitui precioso estímulo à posse de grandes e elevadas convicções; entretanto, Tiago refere-se aqui à inconstância do homem que, procurando receber os benefícios divinos, na esfera das vantagens particularistas, costuma perseguir variadas situações no terreno da pesquisa intelectual sem qualquer propósito de confiar nos valores substanciais da vida. Quem se preocupa em transpor diversas portas em movimento simultâneo, acaba sem atravessar porta alguma.A leviandade prejudica as criaturas em todos os caminhos, mormente nas posições de trabalho, nas enfermidades do corpo e nas relações afetivas.Para que alguém ajuíze com acerto, com respeito a determinada experiência, precisa enumerar quantos anos gastou dentro dela, vivendo-lhe as características. Necessitamos, acima de tudo, confiar sincera-mente na Sabedoria e na Bondade do Altíssimo, compreendendo que é indispensável perseverar com alguém ou com alguma causa que nos ajude e edifique. Os inconstantes permanecem figurados na onda do mar, absorvida pelo vento e atirada de uma para outra parte.Quando servires ou quando aguardares as bênçãos do Alto, não te deixes conduzir pela inquietude doentia. O Pai dispõe de inumeráveis instrumentos para administrar o bem e é sempre o mesmo Senhor Paternal, através de todos eles. A dádiva chegará, mas depende de ti, da maneira de procederes na luta construtiva, persistindo ou não na confiança, sem a qual o Divino Poder encontra obstáculos naturais para exprimir-se em teu caminho.
Livro Pão Nosso
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